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Comunidade Tradicional Colonização Europeia

Santa Maria

Na comunidade ainda é possível aprender como é feita a farinha de mandioca artesanal e participar de rodas de conversas, onde os “causos” locais são a atração.

O Bairro do Santa Maria, desbravado e colonizado por imigrantes europeus, na sua maioria alemães, oferece aos seus visitantes o contato com a natureza preservada da Mata Atlântica, com trilhas que levam, por exemplo, ao caminho do Peaberú, à Trilha do Telégrafo e à Trilha do Imperador, locais recheados de história.

Na comunidade ainda é possível aprender como é feita a farinha de mandioca artesanal e participar de rodas de conversas, onde os “causos” locais são a atração.

A seguir a lista das possíveis atividades com a comunidade do Santa Maria:

1. Acolhimento na comunidade

  • Descrição: Passeio com prosa sobre a comunidade com algumas histórias locais.
  • O que vestir: Calçado fechado e boné.

2. Visita à casa de farinha

  • Descrição: Visita à casa de farinha e demonstração do processo de como se produz a farinha. Prosa de como fazer o processo, desde a colheita até a finalização.
  • Tempo de visitação: 02h30.
  • Período: Durante todo o ano.
  • Público: Mínimo de 5 pessoas e máximo de 10 pessoas.

3. Oficina de produção de farinha

  • Descrição: Demonstração desde o plantio até o processo final da produção de farinha de mandioca. Oficina de como fazer os subprodutos, como o beiju e a tapioca ou, conforme o tempo do visitante. Pode ser oferecido café, suco e consumir o que foi produzido.
  • Tempo da oficina: Cerca de 05h00.

4. Oficina de Artesanato (Madeira, Cipó, Timbopeva e Trançados)

  • Descrição: Ensinar o visitante como é confeccionado o artesanato, sendo que o mesmo pode ficar com a peça confeccionada por ele. O grupo deve escolher o tipo de artesanato com antecedência.
  • Tempo da oficina: 03h00.
  • Local: Centro Comunitário ou Casa do Artesão.
  • Público: Máximo de 8 pessoas.

5. Hora da História

  • Descrição: Contação de histórias e causos da comunidade caiçaras em volta da fogueira para quem pernoitar. Durante a conversa pode-se servir pipoca, quentão, café, licor, chá e serem tocadas modas de viola.

6. Apicultura com abelhas sem ferrão

  • Descrição: Ao vestir o macacão o visitante recebe as instruções e visita as caixas de abelhas, sendo feita uma mostra da retirada do mel.
  • Tempo da visita: 01h00.
  • O que vestir: Sapato fechado. O macacão é fornecido.
  • Público: Máximo de 6 pessoas.

7. Trilha da Linha do Imperador (Trilha do Telégrafo)

  • Descrição: Segue-se até o fim da estrada, próximo à escola. Visita-se a trilha do telégrafo, a figueira e a casa de tijolos antigos, o cemitério. Conta-se a história de cada local visitado.
  • Tempo de visitação: Meio período (4 horas)

8. Café caiçara

  • Descrição: Café no fogão à lenha, leite, suco natural, pão caseiro, geleia, doce de banana, bolo de gradeado, ovos mexidos, torta de banana, tapioca, beiju, mandioca, inhame, cará, batata doce, banana frita ou cozida e cuscuz.
  • Público: Máximo de 20 pessoas.

9. Alimentação

  • Descrição: Almoço típico caiçara com pratos como: galinha caipira, vaca atolada, galinhada, arroz de palmito.
  • Público: Máximo de 30 pessoas.

10. Hospedagem

  • Descrição: quarto coletivo para até 11 pessoas.
  • O que levar: Toalha de banho.

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fone: (13) 3851-1201 / 98120-1330

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